Fetiche por gay fardado

Gay fardado metendo com o amigo no quartel. Veja o filme gay completo que deu origem a este conto. Sexo entre homens entediados com o quartel. E conheça também o site gay mais gostoso do Brasil e nosso arquivo de sexo grátis.

Lembranças da Caserna por um Gay Fardado

Certo dia estava com muito tesão e precisava bater uma punheta. E logo comecei a lembrar do tempo em que passei no exército e da minha tara absurda por um belo gay fardado.

Logo lembrei do João um carinha boa pinta com corpo escultural e uma bunda muito bem torneada e arrebitada. Todos nas duchas brincavam com ele e falavam que ele tinha que compartilhar com a galera e tal mas ele sempre se mostrava bem reservado e até arredio.

Como eu trabalhava na oficina do tenente como secretário meu trabalho era muito mais burocrático do que qualquer coisa, mas o treinamento era igual para todos. Eu só não fazia trabalhos de cozinha e nem de sentinela.

Muitos arquivos eram fechados à chave e eram sigilosos, mas o tenente me entregava a chave dos arquivos para trazer para ele certas pastas e coisa assim. Uma das chaves era a das fichas dos recrutas que era confidencial, mas eu na minha curiosidade decidi dar uma espiada em algumas fichas e lá estava a do João.

Uma coisa que me chamou a atenção é que ele tinha preenchido a ficha pedindo dispensa do serviço alegando ser homossexual.

Não acreditei! fiquei chocado em saber isso, e mais ainda de que não tinha colado.

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Rapidamente olhei para os lados e vi que ninguém estava me observando e então tirei uma xérox da ficha e depois guardei tudo no lugar trancando o arquivo.

Tinha decidido me aproveitar de tal informação e esperei pacientemente um dia em que a maioria dos recrutas foram dispensados para a folga menos eu, João e um seleto grupo.

No meu batalhão ficaram muito poucos homens e uma hora eu e João ficamos a sós no dormitório. Me dirigi até ele e comecei a travar uma conversa fiada.

Ele logo percebeu que eu estava enrolando e então foi direto ao assunto querendo saber o que eu queria. Falei na lata que queria comer ele!


Foi então que puxei a cópia da ficha dele na qual ele alegara que era gay!

Que estava a fins faz um bom tempo daquela bunda roliça e gostosa. Ele ficou puto, falou que eu fosse me catar e que papo era aquele sobre comer ele.

Ele falou que aquilo foi uma tentativa de se safar do serviço militar e apenas isso, no que eu respondi que poderia até ser, mas se ele não desse a bundinha deliciosa dele para mim eu ia espalhar o assunto para todos e iam fazer a vida dele impossível no exército!

Viu que eu não estava brincando e me implorou para não fazer tal maldade, mas eu estava decidido a comer aquela bunda e eu disse isso a ele.

Diálogo e putaria entre homens

Ele disse:

– Tudo bem então! Mas você tem que me prometer de que isso só vai ficar entre nós!

Eu prometi e nós fomos até o almoxarifado no fundo do dormitório, lá mal dava para enxergar mas existia uma penumbra.

Ele abaixou as calças, se apoiou num monte de cobertores e falou:

Vamos acabar logo com isso!

Eu abaixei minha calça e cueca já excitado, cuspi no meu pau e dei uma leve masturbada para deixar ele mais duro!

Estava excitado e feliz que eu ia comer finalmente aquela bunda, coloquei a cabeça do meu pau no cu dele e forcei até que finalmente consegui penetrá-lo.

Ele gemeu de dor, mas ficou forte e firme, percebi que ele era virgem e que nunca tinha dado o cu antes.

Meu tesão por gay fardado aumentou ainda mais e em poucas estocadas eu gozei! Eu desvaneci praticamente sobre ele e ele me empurrou para o lado, levantou as calças e foi para as duchas.

Tesão por farda

Foi ai que eu me toquei do que eu tinha feito. Que por causa de um tesão reprimido por gay fardado eu tinha humilhado meu colega e tinha feito extorsão, chantagem e não sei o que mais! Ele me olhava com cara de ódio! E aquilo me machucava.

Nos dias seguintes cada vez que me cruzava com ele, ele me evitava, desviava de mim. Pudera, eu tinha comido um cara na chantagem. Mas que eu tinha gostado de tê-lo fodido não tinha dúvidas!!

Certa vez novamente se repetia um fim de semana calmo no batalhão, a maioria tinha saído de licença e o João e eu ficamos novamente à sós no dormitório. Estava frio e ele foi ao almoxarifado pegar mais um cobertor, eu o segui… quando ele se virou e se deparou comigo levou um susto.

Logo falou em voz alta, quase que num grito:

– Que foi? Vai querer repetir?

Respondi que não, e depois que sim. Fiquei confuso, confessei que tinha me arrependido do que fizera com ele e que todo aquele tesão por ele aliado ao meu fetiche por gay fardado tinha me cegado e eu acabei indo contra meus princípios e educação. Pedi a ele que me perdoasse.

Ele disse que não conseguia mais tirar do peito dele o ódio por mim. Fiquei mal com essa afirmação, e disse sem pensar duas vezes:

– Quer se vingar de mim?

Ele acenou positivamente com a cabeça.

– Então vingue-se de mim!

Respondi com rispidez.

Então o gay fardado desferiu um soco na minha cara.

Eu rodopiei e cai no chão, ele me puxou pelos poucos cabelos, me levantou e me empurrou para cima do mesmo amontoado de cobertores que eu tinha o derrubado na tal noite.

Depois arrancou minhas calças praticamente as rasgando, cuspiu na pica dele e com ódio real ele enterrou no meu cu aquela vara enorme e grossa.

Eu urrei de dor e quase desmaiei!! Mas ele nem ai, continuava socando com ódio, socava e socava, e eu implorava para ir devagar.

Apelei dizendo que ele estava com toda a razão de se vingar de mim mas que por piedade não fosse tão bruto e ele se bastou a responder que me odiava pois nunca tinha dado o cu antes e que quando eu o comi ele tinha gostado muito e por isso tinha mais ódio!

Quando terminou de dizer isso ele tirou a pica do meu cu, me virou e gozou na minha cara.

Ele se vestiu e eu esperei mais um tempo, minha calça estava rasgada e meio que escondido fui até as duchas me lavar e vi que a água que escorria do meu corpo tinha sangue. Eu tinha perdido o cabaço assim como o João.

Achei que estávamos quites, mas me enganei!

Meses depois quase no fim do nosso serviço militar, novamente surgiu aquela situação de o João e eu ficarmos a sós no batalhão.

Outros estavam em suas funções e desta vez eu fui ao almoxarifado pegar produtos para limpar e engraxar minhas botas.

Estava lá quando sinto um empurrão por trás e eu voei metros à frente, quando tentei me recompor recebi uma pancada na cara. Fiquei meio atordoado e quando pude ver era o João me batendo, e eu atônito questiono-o:

– Que foi? Ainda quer se vingar mais de mim?

Ele sem falar nada puxou minhas calças e minha cueca e abocanhou minha pica. Começou a me fazer um sexo oral e como eu estava sem me masturbar fazia tempos logo meu pau ficou duro como uma pedra.

Gay fardado e violento

O João me empurrou e eu cai e ele já com as calças arreadas me segurou pelos pulsos e sentou em mim.

Com um movimento de quadril ele sentou na minha pica e eu senti aquele cu quente de novo na minha já pulsante vara.

Ele rebolava em mim e se contorcia todo! Subia e descia, ele tirava minha pica e colocava de volta, ele estava mesmo é adorando dar o cu.

Ele sem pegar na pica dele gozou na minha cara. E eu gozei no cu dele!

Após o sexo ele deitou-se sobre mim e começou a chorar. E eu não disse nada por um bom momento simplesmente por não saber o que falar. Então depois perguntei:

– Porque chora? Não foi bom?

E ele respondeu:

-Porque eu te amo!!!

Por: J.J. Rodrigues

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- Sexo gay delicioso, sacana e cheio de putaria.

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